Cidade Proibida 26/09/2017 Estreia

‘Cidade Proibida’: entenda a trama da nova série da Globo

Ambientada no Rio de Janeiro, na década de 50, Cidade Proibida vai ser rodeada de histórias de traição, paixão, ciúme, crime, suspense e mistério. Com mulheres fatais e homens violentos vivendo em uma cidade rica, charmosa, elegante e perigosa, a trama traz as aventuras e desventuras do detetive particular Zózimo Barbosa (Vladimir Brichta).
Por frequentar e desvendar esse mundo do luxo – tão diferente do seu – Zózimo se vê em um universo extremamente fascinante.

Para o Zózimo, a cidade proibida é aquela que ele não pode frequentar, a não ser em situações profissionais. Ele vive em uma espécie de submundo, com aquelas pessoas que precisam limpar a sujeira que a elite produz”, explica Vladimir Brichta.

“Mas, por outro lado, é claro que ele também sonha com aquilo. É um mundo de glamour e belezas, que o encanta e afeta as suas escolhas e seu jeito de ser”, ressalta Vladimir.

O quarteto
Ex-policial, Zózimo decide trabalhar sozinho e se especializa em investigar casos extraconjugais. De quebra, acaba sempre se envolvendo com as belas clientes. No dia a dia das investigações – entre uma tocaia atrás de um amante e um chope no Bar Sereia, ponto de encontro dos personagens principais na trama – Zózimo conta com a ajuda da garota de programa Marli (Regiane Alves), do corrupto delegado Paranhos (Ailton Graça) e do malandro e sedutor profissional, que atende pelo nome de Bonitão (José Loreto).
O quarteto está sempre disposto a ouvir as lamúrias e conquistas uns dos outros, mas nem sempre oferecem a melhor contribuição. O grupo é o retrato do submundo carioca da época.
Traições forjadas, traídos perigosos, homens e mulheres desconfiados, planos infalíveis, segredos e vingança são alguns dos ingredientes da rotina na vida do quarteto.

“Zózimo trabalha com o lado destrutivo do amor e suas consequências negativas”, conta o autor Mauro Wilson.
“Ele vive o lado negro do amor: traições, ciúmes, culpa, ódio, vingança. Para ele, o amor salva, mas também pode matar”, acrescenta o autor, que não apostou em mocinhos ou vilões.

“A época de ouro do Rio de Janeiro foi um período muito interessante. A Cidade Maravilhosa era cheia de boates, bares, vivia o auge da era do rádio, os cinemas eram a maior diversão, o futebol começava a se tornar o esporte de maior expressão no Brasil e a política fervia na capital. Um cenário e tanto! ”, conta o diretor artístico Maurício Farias.

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