Filhos da Pátria 2ª temporada

‘Filhos da Pátria’: Elenco revela o que mudou nos personagens da nova temporada.
Na segunda temporada da série que estreia nesta terça-feira, 8/10, personagens vivem em 1930
De 1822, após a independência do Brasil, a 1930, no início da Era Vargas. É um século à frente que os personagens de Filhos da Pátria vivem na segunda temporada da série, que vem com tudo nesta terça-feira, 8/10.
Entenda a trama da nova temporada
Apesar da mudança da época, os personagens mantêm suas personalidades e excentricidades da primeira temporada, com algumas diferenças para se adequarem ao momento histórico, político e cultural em que vivem. O elenco adianta o que mudou e o que permanece igual. Entenda!
Na segunda temporada: Já em 1930, Geraldo é o patriarca dos Bulhosa. Pai amoroso e preocupado com o bem-estar da esposa e dos filhos, é um pacato – e apagado – funcionário público do Palácio do Catete. Sem grande desenvoltura ou ideais, se vê levado a abandonar seus poucos princípios éticos para sobreviver às pressões que o ambiente de trabalho lhe impõe. De oprimido passa, com o tempo, a opressor e até começa a se sentir merecedor de um “por fora”, para alegria de Maria Teresa, sua mulher. Obcecada por fazer parte da alta sociedade, ela acredita que as mudanças trazidas pela Revolução podem lhe dar a oportunidade de ascender socialmente. Deslumbrada com os recém-chegados militares gaúchos, Maria Teresa torna-se admiradora fanática e defensora ferrenha de valores que nem sabe bem o que significam. Elitista, deslumbrada e sem-noção, abusa da hipocrisia para parecer uma boa pessoa. Pacheco, no entanto, agora é funcionário do alto escalão do Palácio do Catete e é quem leva Geraldo à sede do governo com um principal objetivo: queimar os arquivos públicos, ateando fogo à memória oficial. O filho primogênito da família, Geraldinho, continua inconsequente na segunda temporada da série. Tolo e ignorante, é amante da subversão ideológica. Tenta dançar conforme a música, mas sempre em busca de conseguir as coisas mais facilmente. “Matador de aulas” profissional tem, entre seus objetivos, ser um rapaz galanteador e conquistar muitas garotas. Sem sucesso no quesito namoradas e sem a menor ideia de como aproveitar a vida, vai se frustrando com suas inaptidões. Já Catarina, a filha caçula dos Bulhosa, retorna de um período de estudos em São Paulo. Volta modernista, mais liberta e feminista. No Rio de Janeiro, perto da família, vai se desdobrar para dar vazão à sua vocação literária, encarando os preconceitos do dia a dia, tanto em casa quanto no trabalho. Lucélia ressurge na década de 1930 como a empregada doméstica dos Bulhosa. Peça fundamental para o bom funcionamento da casa da família, sua sensatez lhe faz ser, muitas vezes, a voz da razão naquele ambiente. Mesmo ouvindo atrocidades da patroa, Maria Teresa, Lucélia se mantém amorosa e paciente. A relação que tem com Geraldinho e, principalmente, com Catarina, é de amizade e parceria. Com os avanços sociais trazidos pela Revolução e o surgimento das leis trabalhistas, Lucélia passa a nutrir esperanças em se formar professora. Para isso, se desdobra: além do trabalho na casa dos Bulhosa, faz bolos e quitutes para vender e estuda à noite. Domingos agora é o padrinho de Lucélia. Por décadas trabalhou como operário, mas foi uma das vítimas das demissões em massa decorrentes da crise econômica de 1929. Com o desemprego, começou a fazer bicos e a viver da venda de seus sambas. Talentoso, porém pouco ambicioso, nunca foi valorizado artisticamente, aceitando que suas canções fossem sempre subfaturadas.
Saiba mais sobre a 2ª temporada de Filhos da Pátria

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